sábado, 26 de março de 2011

Cientistas criam pílula que pode prolongar a vida humana



Imagem ilustrativa.

Um cientista britânico John Speakman está testando pilula em ratos. Essa pilula pode prolonga a vida do homem até 12 anos a mais. A pastilha tem em suas propriedades a tiroxina, um hormônio antioxidante capaz de ativar a proteína UCP2, que, por sua vez, reduz a produção no organismo de radicais livres, que são os grupos de átomos que ajudam na degeneração das células do corpo e que, portanto, aceleram o envelhecimento. Essa pílula não só prolonga a vida do homem como também faz ele voltar á juventude. Ele volta a sentir desejo sexuais entre outras coisas que vão se perdendo no envelhecimento.

Disse o cientista John Speakman: "Atualmente estamos pesquisando quais são os níveis adequados de tiroxina que devem ser administrados nos animais para que a pílula tenha efeito e não cause complicações adversas, já que um excesso de tiroxina pode ter efeitos secundários. A dose é primordial", advertiu Speakman.

A pílula teria que ser tomada entre 40 e 50 anos que é quando começa a nota algumas complicações e mudanças no corpo. A pessoa ela prolonga a sua vida até 112 anos a mais. Ela vai ter 80 anos ou 90 vai ser como se tive-se 20 ou 30 anos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Resident Evil: Operation Racoon City é anunciado pela Capcom; primeiros detalhes

A última edição da Official Xbox Magazine revelou Resident Evil: Racoon City para o Xbox 360 e PlayStation 3.

Como os rumores indicavam, a mesma desenvolvedora da série SOCOM (exceto este novo, o 4, que está nas mãos da Zipper de MAG), a Slant Six, está responsável por esse novo título.

O game colocará os jogadores no lado "mau": você controlará membros da Umbrella Security Services, ao invés da BSAA. Isso significa que você precisa destruir todo tipo de evidência que achar para que a Umbrella não seja culpada pelo incidente e também matar todos os sobreviventes do T-Virus na Racoon City de 1998.

Há outras duas facções: a "US Spec Ops" e os monstros bio-orgânicos criados pela Umbrella. As três entram em conflito. Não está claro se essas facções são jogáveis.

Seu time é composto por quatro membros: Vector, Beltway, Bertha e Spectre. Dependendo de quem você escolhe para jogar, seus objetivos variarão.

É dito na revista que o game permitirá que você mude a história de Resident Evil. Vários personagens característicos da série estão com sua presença confirmada - e você poderá matá-los, se quiser.

Como dito, o game será lançado no PS3 e 360 e tem previsão para o segundo semestre de 2011.

Mais detalhes:
■O gameplay é descrito como "sujo" e a série será bem mais dark com isso;
■Hunk, visto em Resident Evil 2, será a inspiração da facção US Spec Ops;
■Os zumbis no game podem ver, ouvir e cheirar você;
■Alguns cenários no game não são só "tiros na cabeça". Você também deve atirar nos outros soldados, manipulá-los;
■Uma das coisas ditas na OXM é "matar Leon". Se você representar o Spec Ops, deve proteger Leon;
■Ervas ainda serão os itens usados para recuperar a vida dos jogadores;
■Uma das imagens na revista mostra um zumbi sendo usado como escudo;
■O game permite que os jogadores ganhem XP por mortes, sendo que com esses pontos você pode ganhar novas habilidades, como a invisibilidade de Vector e novas armas;
■Tyrants estarão inclusos no título.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Jogos para PC ganham luz ambiente com o amBX


A Mad Catz lançou um novo acessório para quem curte jogar no PC, chamado “amBX“. Similar à tecnologia de ambientação luminosa “Ambilight”, presente em TVs da Philips, o novo acessório emite cores atrás do monitor para transformar o ambiente, proporcionando ainda mais imersão durante a partida.

Compatível com a maioria dos jogos atuais, o produto utiliza um sistema de medição para projetar cores semelhantes ao que é visto na tela, de maneira automática e dinâmica. A Mad Catz garante que o lançamento pode ser utilizado com qualquer forma de entretenimento — jogos, filmes e até mesmo música, ampliando as reações do campo sensorial.


Além de funcionar de maneira automática, há também jogos com suporte nativo ao produto, que funcionam com ainda mais precisão. Os primeiros são EverQuest II, da Sony Online Entertainment, e Age of Conan: Rise of the Godslayer, da Funcom.

O lançamento da Mad Catz será vendido em duas versões: Cyborg Gaming Lights (kit de iluminação) ou Cyborg Gaming Keyboard (teclado com retroiluminação amBX). Os produtos chegarão ao mercado no primeiro semestre deste ano.

terça-feira, 22 de março de 2011

Crysis 2 está no topo da tecnologia de gráficos nos jogos

Maximum Technology


Alguém tem que estar no topo da tecnologia de gráficos nos games. E os desenvolvedores do jogo da Crytek, em Frankfurt, na Alemanha, são os que conseguem isso.

Jogos como Crysis 2 são importantes porque eles inspiram os jogadores hardcore a comprar os computadores de maior poder de processamento. Que por sua vez inspira os fabricantes de hardware a criar hardwares melhores, mantendo o motor da inovação em uma espécie de círculo virtuoso. As inovações em Crysis 2 estão em todos os detalhes, desde estilhaços de cacos de vidro à águas translúcidas ou chamas reluzentes.

Crysis 2 é um exemplo de como os desenvolvedores de bons jogos conseguem explorar ao máximo a tecnologia gráfica nas máquinas mais rápidas do mundo. Mais de 200 pessoas trabalharam no jogo, não contando os testadores e talentos terceirizados, em diversos locais, por 2 anos meio.

O Crysis original vendeu mais de 3 milhões de unidades, mas suas vendas foram limitadas porque não foi feito uma versão para os consoles e não poderia ser executado em muitos computadores.


A tecnologia nos consoles e nos PCs


Nathan Camarillo, produtor executivo de Crysis 2, respondeu algumas perguntas sobre seu jogo. Na entrevista, Camarillo comentou que mesmo trazendo o game para os consoles, a Crytek ainda quer tirar o máximo do potencial do PC.

"Se você joga em um computador razoável, você poderá ter a mesma experiência dos que jogam nos consoles, mas se você gastou um bom dinheiro em seu PC, nós queremos garantir que você terá os benefícios merecidos pelo gasto.", afirma Camarillo.

Continuando a falar sobre os gráficos, Camarillo explicou que em computadores high end, de última geração, você notará uma melhora na qualidade gráfica principalmente na distância dos cenários, objetos distantes são visíveis com nitidez. Outra melhora também fica na parte da qualidade dos shaders e das sombras, que são mais ricas e precisas.


Mesmo tendo tantas vantagens ao jogar Crysis 2 em um computador hight end, foi garantido que, no modo multiplayer, mesmo os jogadores com computadores mais fracos não serão penalizados se jogar com gráficos de baixa qualidade. Tendo um bom framerate - frames por segundo - o jogo será justo para todos.

Falando sobre as diferenças entre Crysis 1 e 2, Camarillo destacou as chamas e as fumaças, que são mais realistas. O ambiente também é diferente, tendo muito mais objetos para manipular. O primeiro Crysis era na selva e agora estamos no meio de Nova York, com concreto, asfalto, vidro, resultando em muita variação visual.



Ao perguntar sobre PC VS Console, Camarillo disse:

"O PC não está morto. Se você olhar os números, há mais computadores que consoles nas casas. A pirataria pode ser um problema, mas de maneira nenhuma o mercado de jogos está a favor somente dos consoles."

Sobre a capacidade de processamento, Camarillo defendeu os computadores, destacando a maior quantidade de memória em placas de vídeo, mais texturas que se pode processar de uma só vez, mais personagens na tela ao mesmo tempo e mais detalhes dos shaders.

Crysis 2, um dos jogos mais ambiciosos e caros já feito está estreando hoje no PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Crysis 2 é melhor no Xbox 360, graficamente, efeitos e framerate mais estável




Crysis 2 teve seu lançamento hoje nos EUA e alguns sites já divulgaram suas Reviews, e hoje os editores da IGN afirmam que a versão de Xbox 360 tem uma resolução maior, mais estável nas quedas de framerate, efeitos gráficos e iluminação perfeitos. Fiquem com a redação da IGN sobre este assunto logo abaixo.

Por: IGN (Fonte)

A versão PS3 de Crysis 2 tem defeitos particulares. Depois de jogar as duas versões de consoles, e jogar o mesmo níveis várias vezes em ambos os consoles, ficou claro para os editores da IGN que a versão PS3 falta um pouco em comparação com a versão Xbox 360 do jogo.

O jogo ainda parece ótimo para o PS3, mas o desempenho é menos consistente, a resolução é menor (na faixa de 10% menor do que a versão Xbox 360), alguns efeitos gráficos de iluminação ausente no Ps3.

Em termos leigos, há bordas serilhadas na versão PS3, e o framerate do jogo cai muito, o que prejudica a resposta do controlador. O Xbox 360 não está imune a framerate , simplesmente não acontece com tanta freqüência.

Original

The PS3 version of Crysis 2 has particular idiosyncracies. After playing both console versions, and playing through the same set of levels multiple times on both consoles, it became clear to a number of editors at IGN that the PS3 version is lacking somewhat in comparison to the 360 version of the game. The game still looks great on PS3, but the framerate is less consistent, the resolution is lower (in the neighborhood of 10% lower than the Xbox 360 release), and certain graphical effects and some lighting appear dialed back. In layman's terms, there are more jagged edges in the PS3 version of the game, and things get choppy more often than its 360 counterpart, which hurts controller response. The 360 is not immune to this, it just doesn't happen as often.

Review Crysis 2 Ps3



Review Crysis 2 Xbox 360

Resident Evil completa 15 anos hoje


Hoje a franquia Resident Evil completa 15 anos de existência. No dia 22 de março do já longínquo ano de 1996, chegava às prateleiras japonesas Bio Hazard, o primeiro jogo da série, que colocava uma corajosa equipe do S.T.A.R.S. (Special Tactics And Rescue Service) em uma macabra mansão na cidade de Raccoon City, infestada de zumbis e criaturas malignas. Para comemorar esta data tão especial para a franquia, nada melhor do que relembrar um pouco dos melhores games da série, não é mesmo?

http://www.youtube.com/watch?v=1LwuT3MffEw&feature=player_embedded


O vídeo acima, que é a abertura do primeiro game da série, certamente marcou a vida de muita gente. O primeiro vislumbre de um zumbi digital, o medo constante ao passar por um corredor escuro, a falta de munição e os sustos calculadamente planejados que levamos ao ver corvos quebrando vidros das janelas. Os vídeos, todos feitos com atores reais no melhor estilo filme B, estão entre os melhores momentos da série.

O primeiro headshot em um zumbi e a desleal batalha contra o Tyrant também ficaram na memória dos fãs da franquia, que na ocasião acompanharam o surgimento de uma das mais bem sucedidas franquias da história dos videogames. Alguns remakes do jogo foram lançados posteriormente, com melhorias na parte gráfica e algumas supresinhas para os fãs.

http://www.youtube.com/watch?v=npt_kLiW9r4&feature=player_embedded


Dois anos depois do lançamento do primeiro game, a Capcom resolve lançar os jogadores em um novo pesadelo com Resident Evil 2. Desta vez, a infestação zumbi não está mais contida apenas em uma mansão, mas espalhada por toda a cidade de Raccoon City. Originalmente contando com dois discos, cada um com a história de um personagem diferente, Leon S. Kennedy e Claire Redfield, Resident Evil 2 rapidamente se tornou um clássico, por manter o terror em alta, aliado a uma boa história.

Ao final do jogo, alguns mini-games eram destravados, todos contribuindo com o entendimento da origem da Umbrella Corporation e da criação do T-Virus.

http://www.youtube.com/watch?v=bG_6nvjDxBI&feature=player_embedded


Em 1999 chegou às prateleiras Resident Evil 3: Nemesis. O jogo marca o retorno de uma das personagens do primeiro game, Jill Valentine, que volta à famigerada Raccoon City para dar fim aos experimentos da inescrupulosa Umbrella Corporation. O game apresenta uma interessante cadeia de vários epílogos diferentes, o que aumentava consideravelmente o fator replay.

O título contava também com um interessante pós-jogo intitulado The Mercenaries, onde o jogador pode escolher diferentes personagens em uma arriscada missão de sobrevivência. O Nemesis do título faz alusão ao principal vilão do game, uma criatura grotesca e implacável cujo único objetivo era eliminar qualquer sobrevivente do S.T.A.R.S.

http://www.youtube.com/watch?v=Hmenms4u1MY&feature=player_embedded


Lançado somente em 2005, Resident Evil 4 foi um dos mais controversos títulos da franquia. Com o arco narrativo da Umbrella Corporation quase encerrada, a Capcom decidiu levar o game para um novo rumo, dando mais ênfase à ação, em detrimento do terror. Raccoon City e o T-Virus são deixados de lado, e o novo cenário é Pueblo, um vilarejo remoto na Espanha, onde uma outra empresa farmacêutica realiza experiências com genes de plantas para criar o Las Plagas, um vírus que transforma camponeses comuns em assassinos sedentos por sangue.

O que era para ser apenas uma missão de resgate coloca o velho conhecido Leon S. Kennedy em uma luta pela sobrevivência. Após o término do game, o jogador destravava uma série de mini games, onde o destaque é o jogo separate ways que mostra os acontecimentos pelo ponto de vista de outra personagem.

http://www.youtube.com/watch?v=jRIs9f_eyrQ&feature=player_embedded


Dando sequência aos acontecimentos do game anterior, Resident Evil 5 segue buscando a origem do vírus Las Plagas, desta vez em um vilarejo isolado na África. Mantendo o foco na ação, o game lançado em 2009 coloca pela primeira vez a possibilidade de uma partida co-op, onde um jogador controla o protagonista, Chris Redfield, e outro controla sua assistente, a bela Sheva Alomar.

Além de investigar o Las Plagas, a missão na África tem um objetivo maior para o protagonista, que espera encontrar sua antiga parceira, Jill Valentine. A busca por Jill acaba desenterrando muita coisa dos games anteriores, inclusive o vilão do game original, Albert Wesker. Como muitos fatos foram relembrados e algumas pontas soltas do roteiro foram fechadas, há quem diga que o próximo game deve marcar uma nova reviravolta na série. Ao final da história original alguns extras são habilitados, como o modo The Mercenaries, bem como a possibilidade do player 1 controlar a coadjuvante Sheva.

Aumentam as chances do Brasil ganhar uma fábrica da Apple


Jornal afirma que atual fábrica da Foxconn, filial da montadora chinesa do iPhone e do iPad, realiza estudos para ampliar sua linha de produção aqui no país.

Ainda são apenas rumores e não há nenhuma confirmação oficial de que isso realmente venha a acontecer, mas crescem os boatos sobre a instalação de uma fábrica da Apple no Brasil. A hipótese foi levantada desta vez pelo jornal Bom Dia, de Jundiaí.

Segundo a publicação, a Foxconn, filial de uma montadora chinesa do iPhone e do iPad, estaria realizando estudos para ampliar a sua linha de produção no interior de São Paulo. A empresa se recusa a comentar as especulações, mas também não desmente a possibilidade.

A ampliação da fábrica de Jundiaí não significa, necessariamente, que produtos da Apple passarão a ser produzidos no país. A Foxconn monta também equipamentos de outras marcas, como HP e Sony.

Entretanto, devido às recentes tragédias no Japão, a indústria deve buscar alternativas para a montagem de produtos. Uma multinacional japonesa de equipamentos médicos, por exemplo, já confirmou que vai se instalar no polo de informática de Jundiaí.

Se confirmada, a nova linha entraria em funcionamento até, no máximo, em 2013, mesmo com todos os esforços necessários para antecipar a data. Recentemente, o empresário Eike Batista, cidadão brasileiro com maior patrimônio financeiro, demonstrou interesse em trazer uma fábrica da Apple para o Rio de Janeiro.

domingo, 20 de março de 2011

Verdade ou Mentira: internet wireless é pior que conexões a cabo?

Vale a pena investir na passagem de cabos ou uma conexão sem fio dá conta do recado?

O aumento da disponibilidade de conexões sem fio nos últimos anos foi algo que mudou bastante a forma como usamos a internet. Não só foi possível dizer adeus às limitações em relação ao lugar em que o computador deve ficar, como se tornou mais prático acessar a rede a partir de dispositivos como smartphones ou video games portáteis.

Infelizmente, toda essa praticidade veio acompanhada de alguns problemas típicos da tecnologia usada. Instabilidade de sinal, perda de velocidade e interferência de outros aparelhos que usam frequências eletromagnéticas são só alguns dos obstáculos que usuários de rede sem fio enfrentam diariamente. Isso sem contar com as tão exploradas falhas de segurança.

O fato é que, apesar de toda a vantagem que apresentam, as conexões sem fio ainda perdem feio para aquelas que usam cabos quando o assunto é velocidade e estabilidade. Os motivos são variados, incluindo as limitações dos aparelhos roteadores, obstáculos que estejam no caminho e a distância entre o usuário e a fonte do sinal.

Velocidade limitada

O principal motivo que explica a menor velocidade obtida pelas conexões sem fio está relacionado às limitações de transmissão de banda da tecnologia atual. Enquanto o padrão 802.11b suporta uma velocidade máxima teórica de 11 MB/s, o padrão 802.11g suporta até 54 MB/s – nada perto dos 100 MB/s alcançados pelas redes a cabo mais modernas.

Como a velocidade teórica de transmissão de sinais raramente é alcançada em ambientes domésticos, a menor velocidade se torna inevitável. Em um domicílio em que há um computador conectado à internet através de cabos e outro que usa a mesma conexão distribuída por um roteador Wi-Fi, o primeiro sempre terá desempenho melhor.

Isso sem contar com a deterioração dos sinais, que são enviados de maneira menos direta através da conexão Wi-Fi. Isso não só faz com que se perca grande quantidade de dados durante a transmissão, como torna a distância um fator muito importante na hora de determinar a velocidade de conexão.

Quanto mais distante o usuário estiver da fonte geradora do sinal, maiores os problemas enfrentados. Além do sinal se deteriorar normalmente em ritmo rápido, há de se levar em conta a presença de obstáculos como paredes e obstáculos que tornam ainda mais veloz esse processo. Algo que, obviamente, não acontece na conexão por cabos, que permanecem sempre à mesma distância do computador.

Como limpar a tela do seu monitor LCD adequadamente

Nível: Básico
Materiais necessários: Pano, pincel, algodão e água
Número de passos: 9



A superfície dos monitores CRT (aqueles de tubo) é de vidro e bem resistente, e por isso nunca foi difícil limpá-lo. No entanto, com os novos monitores de LCD, a história é bem diferente: o material é mais sensível e requer cuidados extras na hora de se fazer a limpeza.


Antes de tudo, esqueça todos os produtos químicos, sejam eles detergentes, desinfetantes e qualquer coisa que contenha álcool etílico, acetona, amônia ou tolueno. Usar esses produtos pode danificar seriamente a tela da sua televisão ou do seu monitor. Além disso, é proibido o uso de toalhas de papel, papel higiênico ou mesmo camisetas. Com eles você pode acabar riscando a tela, e aí não tem volta.


Antes de começar, separe os materiais necessários para a limpeza: pano liso e limpo, pincel, algodão e água. Só isso.

Passo 1. Desligue o monitor para que você possa observar com mais atenção as condições da tela. Faça isso em um ambiente bem iluminado, assim fica mais fácil identificar a sujeira.

Passo 2. Comece a limpeza pelas bordas do monitor, sem medo de esfregar com força, já que o material é resistente. Só é preciso tomar cuidado para não deixar o pano escapar e, sem querer, você apertar a tela com força.

Passo 3. Retire qualquer resíduo sólido, de preferência usando algum tipo de pincel. Faça isso para não esfregar a sujeira e criar algum tipo de mancha ou arranhão.

Passo 4. Se você identificar apenas poeira sobre a tela, utilize apenas um pano seco para retirar o pó. Nesses casos, o pano já é suficiente. Apenas tome cuidado para não fazer muita pressão sobre a tela.


Passo 5. No caso de a tela estar com manchas de dedos – o que é bastante comum –, você vai precisar de uma limpeza mais consistente. Para isso, compre algum material específico para limpeza de monitores, facilmente encontrado em lojas de informática. Se você não tiver ou não quiser comprar, a água é suficiente (apenas quando a sujeira não seja tão espessa).

Passo 6. Molhe levemente o pano ou o algodão. Lembre-se de jamais espirrar água diretamente na tela.

Passo 7. Passe o pano ou algodão com delicadeza para não ter perigo de danificar a tela.


Passo 8. Se você usou algodão, retire eventuais fiapos que ficaram na tela. Faça isso com um pano seco.

Pronto! Seu monitor ou televisão já está mais limpo. Repita o processo sempre que desejar, sem problemas.