A Capcom divulgou um novo trailer de RE: Operation Raccoon City para anunciar o primeiro DLC para o game, o modo campanha para os Spec Ops.
Confira o trailer abaixo:
O extra poderá ser baixado de graça a partir do dia 10 de abril na Playstation Network e na XBox Live. Um pacote pago com seis missões adicionais também virá em seguida.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Nokia afirma que processadores multi-core desperdiçam a bateria dos smartphones
Empresa acredita que mais núcleos não significam, necessariamente, dispositivos melhores.

Na tentativa de tornar os smartphones cada vez melhore e mais potentes, companhias como Apple e Samsung investem em aparelhos com processador dual-core ou quad-core para que aplicativos melhores possam ter um desempenho aperfeiçoado. Entretanto, Stephen Elop, diretor executivo da Nokia acredita que essa talvez não seja uma boa ideia.
Em entrevista ao Yangcheng Evening News, Elop foi taxativo. "Processadores multi core gastam mais bateria e não são úteis para o consumidor na maior parte do tempo", destacou. Para provar que está com a razão, a companhia lançou um desafio na China para mostrar que mesmo um aparelho cm processador de um núcleo pode realizar tarefas simples na mesma velocidade que um produto multi core.
Segundo ele o resultado foi que em nenhum momento os smartphones da empresa perderam para os modelos equipados com Android ou iOS. Com isso, a companhia não quer dizer que os produtos com processador multi core são desnecessários, mas que na maior parte do tempo eles não representam um diferencial para o uso no cotidiano do consumidor.

Na tentativa de tornar os smartphones cada vez melhore e mais potentes, companhias como Apple e Samsung investem em aparelhos com processador dual-core ou quad-core para que aplicativos melhores possam ter um desempenho aperfeiçoado. Entretanto, Stephen Elop, diretor executivo da Nokia acredita que essa talvez não seja uma boa ideia.
Em entrevista ao Yangcheng Evening News, Elop foi taxativo. "Processadores multi core gastam mais bateria e não são úteis para o consumidor na maior parte do tempo", destacou. Para provar que está com a razão, a companhia lançou um desafio na China para mostrar que mesmo um aparelho cm processador de um núcleo pode realizar tarefas simples na mesma velocidade que um produto multi core.
Segundo ele o resultado foi que em nenhum momento os smartphones da empresa perderam para os modelos equipados com Android ou iOS. Com isso, a companhia não quer dizer que os produtos com processador multi core são desnecessários, mas que na maior parte do tempo eles não representam um diferencial para o uso no cotidiano do consumidor.
Primeiras impressões da campanha de Aliens: Colonial Marines
Se já não fosse óbvio com as estatuas em disposição, SEGA está mostrando Aliens: Coloniam Marines na PAX East desse ano. Nosso fã residente da costa oeste Max Scoville obteve as primeiras impresões da campanha single-player do jogo e julgando pelas gotas de suor e o olhar exasperado em seu rosto, eu diria que ou ele curtiu, ou tomou um fora imediatamente antes das filmagens.




A cidade de São Paulo segundo Max Payne 3
Max Payne 3, um dos fortes candidatos a jogo do ano, se passa em São Paulo. A metrópole é representada pela Rockstar, produtora do game, de forma detalhada e cuidadosa. Confira o que podemos esperar do título, que chega às lojas em maio, e da sua aguardada ambientação.

Em 2009, quando a Rockstar Games anunciou que o terceiro game da série se passaria em São Paulo, justificou a escolha pela cidade brasileira ostentar atmosfera cosmopolita, exatamente como Nova Iorque.
Nas primeiras informações, houve a suspeita por parte de fãs brasileiros de que o trabalho de pesquisa para desenvolver o game era parco, e que a capital paulista ficaria com cara de uma genérica cidade brasileira, mais próxima do Rio. A cada adiamento do game, a desenvolvedora liberava novas informações que mostraram um grande empenho da produtora em capturar a estilo de vida e os ares paulistanos.
Elementos de "paulistanidade"
Detalhes como copos americanos nos bares e botecos, as cabines telefônicas em formato de orelhão e a paixão pelo futebol caracterizam facilmente a sensação de brasilidade. A Rockstar foi além ao perceber que São Paulo tinha características muito particulares, a começar pela legislação e imprensa.
Placas da lei estadual antifumo em espaços fechados estão por toda parte no game, dividindo espaço com a pichação de tipos tão característicos de Sampa e anúncios do jornal Sentinela de S. Paulo, uma mescla virtual entre O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo.
Até o momento, um clube de futebol da São Paulo virtual já é conhecido: Galatians Futebol Clube, que possui seu estádio no bairro de Butantã. "Galatians" é o inglês para o livro bíblico de Gálatas e poderia ser entendido como o equivalente à "Corinthians", cujo nome também é baseado no livro bíblico da Carta de Paulo aos Coríntios.
O jogo terá diversas referências à maior frota de helicópteros do mundo, que está em Sampa e é utilizada pelos milionários para se deslocar com mais rapidez e evitar o trânsito caótico. Pelas imagens divulgadas, também estarão presentes pontos conhecidos da metrópole, como o Edifício São Vito (ou Treme-Treme, um cortiço vertical no Centro Velho) e o Edifício Copan, prédio projetado por Oscar Niemeyer nos anos 50.

"Sem São Paulo, o meu dono é a solidão"
A serviço de Rodrigo Branco, um bilionário do ramo imobiliário, Max vai atuar na Zona Sul de São Paulo, região marcada por mansões, palacetes e a comunidade do Paraisópolis, a segunda maior favela da cidade, surgida nos anos 50, após a invasão de um grande loteamento destinado à construção de residências de classe média alta. Na história do game, o poder econômico e o poder paralelo dividem forças na região.
Assim como qualquer cidade grande do mundo, São Paulo é difícil de ser dominada, principalmente para um estrangeiro recém-chegado que sequer fala português. Sem conseguir entender ou dominar a cidade, Max terá de enfrentar a solidão em companhia de seu único amigo, Raul Passos, que o convidou para trabalhar a serviço de Rodrigo Branco.
O empresário é um típico rico paulistano que precisa gastar grande parte de sua fortuna para se proteger com veículos à prova de balas, helicópteros, vigilância incessante e escolta particular.
A dupla foi contratada pelo bilionário para proteger sua mulher, a jovem Fabiana Tavares Branco, uma alpinista social luso-brasileira vinda de São Carlos, no interior do estado paulista.
Figurinha carimbada dos tabloides e revistas de fofocas, a bela loira fanática pela noite também fala inglês e se torna mais uma companhia para Max. E claro, tanta atenção tem seu lado positivo, e outros tantos negativos?

Comando Sombra
A criminalidade é uma das manchas do charme da São Paulo virtual. Gangues e organizações criminosas dominam as favelas Morro do Abutre, Vila do Beija-flor, Nova Esperança e Purgatópolis (todas fictícias). Uma em especial possui grande destaque: Comando Sombra (CS), organização surgida dentro das penitenciárias paulistas no meio da década de 1990, como um sindicato dos presidiários, para reivindicar melhores condições e tratamento para os detentos.
Seis anos antes, a organização foi assumida por Serrano, um criminoso órfão filho de africanos, que trouxe novas perspectivas, ampliou a atuação e equipou o Comando com armamento de guerra contrabandeado de diversos países. Em junho de 2009, o CS coordenou diversos ataques a bases e delegacias, rebeliões em presídios e depredações ao patrimônio público.
A Unidade de Forças Especiais (UFE), uma mescla de inteligência e ação tática da polícia paulista em Max Payne 3, entra em confrontos frequentes com os criminosos entrincheirados nas favelas. Apesar da eficácia das ações, desde essa época, a organização participou do sequestro de 20 pessoas da alta sociedade, inclusive o rapto de Fabiana Branco, esposa do patrão de Max.

"A rua é noiz"
A escolha do rapper Emicida para a trilha sonora de Max Payne 3 dá o ritmo correto desse embate entre ricos e cidadãos marginalizados. Na década de 1980, a cultura Hip-Hop começou com grande força nas regiões como Anhangabaú, São Bento e Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, e se expandiu rapidamente pelo resto do país com nomes como Thaíde & DJ Hum e Racionais MCs.
O rap encontrou na metrópole o cenário perfeito e inspirador, mesclando temas de desigualdade social, abandono do Poder Público e a violência social característica dos subúrbios paulistanos.
Atualmente o rap migrou para outros pontos da cidade, como a região da Vila Mariana, onde ocorre aos sábados a Batalha do Santa Cruz, nas imediações do metrô Santa Cruz e é organizado pelos MCs Flow e Marcello Gugu.
O próprio Emicida frequentou a rinha por anos. Algumas das características mais marcantes do rap paulista é ser melancólico, rancoroso e injustiçado. Exatamente os sentimentos que Max Payne carrega durante toda a série.
Expectativas
A Rockstar não costuma brincar em serviço e quase que semanalmente publica dossiês com informações verossímeis sobre São Paulo em seu site oficial. O número de detalhes identificáveis nos vídeos e imagens divulgados de Max Payne 3 indiciam que, ainda que o jogo busque reproduzir fielmente a cidade, o desejo é trazer a atmosfera e o contexto da maior metrópole do hemisfério sul para o game.

As contradições sociais entre bilionários e pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza na mesma cidade parece ter sido um pano de fundo acertado para o senso de justiça e a vontade de vingança que move Max desde o primeiro game da série. No jogo, poucos brasileiros falam inglês e preferem usar sua língua nativa para se comunicar.
A desenvolvedora optou por não colocar legendas nas falas em português (que constituirão grande parte do enredo). Assim, para quem não fala o idioma, a sensação de confusão será a mesma do personagem: um estrangeiro recém-chegado numa terra estranha.

Em 2009, quando a Rockstar Games anunciou que o terceiro game da série se passaria em São Paulo, justificou a escolha pela cidade brasileira ostentar atmosfera cosmopolita, exatamente como Nova Iorque.
Nas primeiras informações, houve a suspeita por parte de fãs brasileiros de que o trabalho de pesquisa para desenvolver o game era parco, e que a capital paulista ficaria com cara de uma genérica cidade brasileira, mais próxima do Rio. A cada adiamento do game, a desenvolvedora liberava novas informações que mostraram um grande empenho da produtora em capturar a estilo de vida e os ares paulistanos.
Elementos de "paulistanidade"
Detalhes como copos americanos nos bares e botecos, as cabines telefônicas em formato de orelhão e a paixão pelo futebol caracterizam facilmente a sensação de brasilidade. A Rockstar foi além ao perceber que São Paulo tinha características muito particulares, a começar pela legislação e imprensa.
Placas da lei estadual antifumo em espaços fechados estão por toda parte no game, dividindo espaço com a pichação de tipos tão característicos de Sampa e anúncios do jornal Sentinela de S. Paulo, uma mescla virtual entre O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo.
Até o momento, um clube de futebol da São Paulo virtual já é conhecido: Galatians Futebol Clube, que possui seu estádio no bairro de Butantã. "Galatians" é o inglês para o livro bíblico de Gálatas e poderia ser entendido como o equivalente à "Corinthians", cujo nome também é baseado no livro bíblico da Carta de Paulo aos Coríntios.
O jogo terá diversas referências à maior frota de helicópteros do mundo, que está em Sampa e é utilizada pelos milionários para se deslocar com mais rapidez e evitar o trânsito caótico. Pelas imagens divulgadas, também estarão presentes pontos conhecidos da metrópole, como o Edifício São Vito (ou Treme-Treme, um cortiço vertical no Centro Velho) e o Edifício Copan, prédio projetado por Oscar Niemeyer nos anos 50.
"Sem São Paulo, o meu dono é a solidão"
A serviço de Rodrigo Branco, um bilionário do ramo imobiliário, Max vai atuar na Zona Sul de São Paulo, região marcada por mansões, palacetes e a comunidade do Paraisópolis, a segunda maior favela da cidade, surgida nos anos 50, após a invasão de um grande loteamento destinado à construção de residências de classe média alta. Na história do game, o poder econômico e o poder paralelo dividem forças na região.
Assim como qualquer cidade grande do mundo, São Paulo é difícil de ser dominada, principalmente para um estrangeiro recém-chegado que sequer fala português. Sem conseguir entender ou dominar a cidade, Max terá de enfrentar a solidão em companhia de seu único amigo, Raul Passos, que o convidou para trabalhar a serviço de Rodrigo Branco.
O empresário é um típico rico paulistano que precisa gastar grande parte de sua fortuna para se proteger com veículos à prova de balas, helicópteros, vigilância incessante e escolta particular.
A dupla foi contratada pelo bilionário para proteger sua mulher, a jovem Fabiana Tavares Branco, uma alpinista social luso-brasileira vinda de São Carlos, no interior do estado paulista.
Figurinha carimbada dos tabloides e revistas de fofocas, a bela loira fanática pela noite também fala inglês e se torna mais uma companhia para Max. E claro, tanta atenção tem seu lado positivo, e outros tantos negativos?

Comando Sombra
A criminalidade é uma das manchas do charme da São Paulo virtual. Gangues e organizações criminosas dominam as favelas Morro do Abutre, Vila do Beija-flor, Nova Esperança e Purgatópolis (todas fictícias). Uma em especial possui grande destaque: Comando Sombra (CS), organização surgida dentro das penitenciárias paulistas no meio da década de 1990, como um sindicato dos presidiários, para reivindicar melhores condições e tratamento para os detentos.
Seis anos antes, a organização foi assumida por Serrano, um criminoso órfão filho de africanos, que trouxe novas perspectivas, ampliou a atuação e equipou o Comando com armamento de guerra contrabandeado de diversos países. Em junho de 2009, o CS coordenou diversos ataques a bases e delegacias, rebeliões em presídios e depredações ao patrimônio público.
A Unidade de Forças Especiais (UFE), uma mescla de inteligência e ação tática da polícia paulista em Max Payne 3, entra em confrontos frequentes com os criminosos entrincheirados nas favelas. Apesar da eficácia das ações, desde essa época, a organização participou do sequestro de 20 pessoas da alta sociedade, inclusive o rapto de Fabiana Branco, esposa do patrão de Max.

"A rua é noiz"
A escolha do rapper Emicida para a trilha sonora de Max Payne 3 dá o ritmo correto desse embate entre ricos e cidadãos marginalizados. Na década de 1980, a cultura Hip-Hop começou com grande força nas regiões como Anhangabaú, São Bento e Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, e se expandiu rapidamente pelo resto do país com nomes como Thaíde & DJ Hum e Racionais MCs.
O rap encontrou na metrópole o cenário perfeito e inspirador, mesclando temas de desigualdade social, abandono do Poder Público e a violência social característica dos subúrbios paulistanos.
Atualmente o rap migrou para outros pontos da cidade, como a região da Vila Mariana, onde ocorre aos sábados a Batalha do Santa Cruz, nas imediações do metrô Santa Cruz e é organizado pelos MCs Flow e Marcello Gugu.
O próprio Emicida frequentou a rinha por anos. Algumas das características mais marcantes do rap paulista é ser melancólico, rancoroso e injustiçado. Exatamente os sentimentos que Max Payne carrega durante toda a série.
Expectativas
A Rockstar não costuma brincar em serviço e quase que semanalmente publica dossiês com informações verossímeis sobre São Paulo em seu site oficial. O número de detalhes identificáveis nos vídeos e imagens divulgados de Max Payne 3 indiciam que, ainda que o jogo busque reproduzir fielmente a cidade, o desejo é trazer a atmosfera e o contexto da maior metrópole do hemisfério sul para o game.

As contradições sociais entre bilionários e pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza na mesma cidade parece ter sido um pano de fundo acertado para o senso de justiça e a vontade de vingança que move Max desde o primeiro game da série. No jogo, poucos brasileiros falam inglês e preferem usar sua língua nativa para se comunicar.
A desenvolvedora optou por não colocar legendas nas falas em português (que constituirão grande parte do enredo). Assim, para quem não fala o idioma, a sensação de confusão será a mesma do personagem: um estrangeiro recém-chegado numa terra estranha.
Intel vai lançar tablet StudyBook para o mercado educativo

A Intel vai lançar um tablet, denominado StudyBook, e que se destina ao mercado educativo. Este tablet de 10 polegadas fará uso de dois sistemas operativos assim como de um processador Medfield da empresa, e será lançado em mercados emergentes, incluindo a China e o Brasil, no segundo semestre deste ano. É ainda apontado um preço que deverá rondar os 228 euros.
De acordo com o site Digitimes, as fabricantes Elitegroup Computer Systems e Malata, serão as primeiras empresas a produzir este tablet da Intel. Embora existam poucos detalhes sobre as especificações, o Windows e o Android são os sistemas operativos mais prováveis deste dispositivo dual-OS.
Esta não é a primeira vez que a Intel lança um dispositivo para o mercado educativo, pois já anteriormente tinha lançado o projecto Classmate PC em mercados emergentes.
Jobs realmente odiava o Android, diz biógrafo de Steve Jobs
Autor do livro contradiz o que Larry Page afirmou outrora. Jobs queria de fato destruir o Android.

Na quarta-feira, em entrevista ao Royal Institution, Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs, disse que o antigo CEO da Apple realmente odiava o Android porque o sistema copiou literalmente tudo do iPod e dos demais dispositivos da companhia. Segundo a notícia do site CNET, Jobs ficou ainda mais enfurecido quando o Android começou a ultrapassar a Apple.
Isaacson contradiz o que foi dito pelo CEO da Google nesta semana. O biógrafo salienta que Jobs afirmou claramente: "Vou destruir o Android, porque ele é um produto roubado. Desejo criar uma guerra termonuclear contra o sistema".
Na prática, parece que toda a sede de vingança de Jobs vai por água abaixo. Tim Cook, atual CEO da Apple, não quer ver essa guerra acontecer. O chefe da empresa pretende resolver as coisas de maneira pacífica e vê muitas opções para fazer as pazes com a Samsung e outras empresas.

Na quarta-feira, em entrevista ao Royal Institution, Walter Isaacson, autor da biografia de Steve Jobs, disse que o antigo CEO da Apple realmente odiava o Android porque o sistema copiou literalmente tudo do iPod e dos demais dispositivos da companhia. Segundo a notícia do site CNET, Jobs ficou ainda mais enfurecido quando o Android começou a ultrapassar a Apple.
Isaacson contradiz o que foi dito pelo CEO da Google nesta semana. O biógrafo salienta que Jobs afirmou claramente: "Vou destruir o Android, porque ele é um produto roubado. Desejo criar uma guerra termonuclear contra o sistema".
Na prática, parece que toda a sede de vingança de Jobs vai por água abaixo. Tim Cook, atual CEO da Apple, não quer ver essa guerra acontecer. O chefe da empresa pretende resolver as coisas de maneira pacífica e vê muitas opções para fazer as pazes com a Samsung e outras empresas.
Metal Gear Rising: Revengeance ganha novos detalhes
Na última edição da revista Play (# 217) uma página é dedicada a espalhar novos detalhes de Metal Gear Rising: Revengeance,o spin-off da série.
A publicação explica que a PlatinumGames mudou os inimigos no jogo, dos soldados humanos que vimos no original trailer da E3 2010 feito pela Kojima Productions, para cyborgs. Os inimigos humanos foram removidos para evitar problemas de censura no Japão.
Os únicos detalhes adicionais sobre o jogo que foram compartilhados, além do que já foi tornado público, é que Raiden terá a capacidade de desviar de ataques, mesmo quando ele está de costas. Esta é uma característica comum encontrada na maioria dos jogos desenvolvidos pela PG.
Provando que eles podem trabalhar tão rápido quanto os seus jogos a PlatinumGames tem um novo script para Metal Gear Rising: Revengeance que foi escrito em 2 meses. Em contraste, a Kojima Productions levou cerca de 10 meses para fazê-lo.
Metal Gear Rising: Revengeance não tem data de lançamento sólida, mas é esperado para chegar às lojas no final deste ano. Uma demo jogável estará à disposição na E3 2012, em junho.
A publicação explica que a PlatinumGames mudou os inimigos no jogo, dos soldados humanos que vimos no original trailer da E3 2010 feito pela Kojima Productions, para cyborgs. Os inimigos humanos foram removidos para evitar problemas de censura no Japão.
Os únicos detalhes adicionais sobre o jogo que foram compartilhados, além do que já foi tornado público, é que Raiden terá a capacidade de desviar de ataques, mesmo quando ele está de costas. Esta é uma característica comum encontrada na maioria dos jogos desenvolvidos pela PG.
Provando que eles podem trabalhar tão rápido quanto os seus jogos a PlatinumGames tem um novo script para Metal Gear Rising: Revengeance que foi escrito em 2 meses. Em contraste, a Kojima Productions levou cerca de 10 meses para fazê-lo.
Metal Gear Rising: Revengeance não tem data de lançamento sólida, mas é esperado para chegar às lojas no final deste ano. Uma demo jogável estará à disposição na E3 2012, em junho.
Chinês tem insuficiência renal após vender o rim por iPhone e iPad
Adolescente de 17 anos vendeu o órgão por US$ 3,5 mil e hoje sofre de insuficiência renal.

Um jovem chinês de 17 anos vendeu um dos seus rins por US$ 3,5 mil (aproximadamente R$ 6,4 mil) no mercado negro e, com o dinheiro, comprou um iPhone e um iPad. A mãe do rapaz só descobriu o caso quando Wang apareceu em casa com os produtos, alegando ter comprado os aparelhos com o próprio dinheiro.
O órgão teria sido extraído em abril do ano passado e cinco pessoas envolvidas no procedimento, incluindo o cirurgião que fez a retirada do rim, foram presas. O garoto teria sido convencido a fazer a transação em uma sala de bate-papo. Apesar de ter recebido apenas US$ 3,5 mil, o grupo teria revendido o rim por cerca de US$ 35 mil (aproximadamente R$ 64 mil).
O mais espantoso é que se o caso tivesse acontecido antes de 2007, não seria considerado um crime, uma vez que apenas há cinco anos o país proibiu o comércio de órgãos humanos. Hoje, Wang sofre de insuficiência renal e vai precisar de um transplante para voltar a ser saudável como era antes.
Dados oficiais do Ministério da Saúde apontam que 1,5 milhão de pessoas necessitam de transplantes na China, mas o país realiza apenas 10 mil cirurgias como essa por ano. Por conta disso, o mercado negro de órgão no país é grande e prisioneiros executados eram frequentemente utilizados como fonte de órgãos. Somente no mês passado o governo chinês prometeu acabar com a prática nos próximos cinco anos.
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