sábado, 12 de março de 2011

Resident evil - livros - Pt - Br



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são todos os livros do Resident evil, toda a historia da série, é bem legal...

aew está o link.


sexta-feira, 11 de março de 2011

Ps3 3d E Wii 2 3d: Futuro Ou Moda?


Quando os televisores de alta definição foram lançados, os mesmos tiveram um passo natural para melhorar nossos monitores para jogos, filmes e muito mais. A evolução 3D parece um passo bem comum para a realidade virtual, esquecendo alguns problemas de saúde que possam surgir para certos espectadores, o futuro do 3D parece mais uma mania.

Depois de assistir um certo número de filmes de e jogar alguns jogos de PS3 em 3D, percebo que a experiência pode ser um pouco desconfortável e com menos clareza do que jogar em HD. A primeira geração de experiência de jogo 3D parece ser uma moda passageira, ao contrário da minha primeira TV de plasma 300:1 que parecia incrível sete anos atrás e não é nada comparado à minha atual de LED da Samsung. Nós não tivemos tempo para desfrutar da experiência de alta definição e a opção 3D tem sido empurrado para nós, no qual o visual e sensação são comuns em minha opinião.

A evolução dos displays 3D terá de chegar a um ponto onde você não precisa de óculos para jogar jogos 3D, e sinto que quase se podem tocar as imagens porque elas parecem tão claras. Atualmente, a experiência em 3D é um pouco desconfortável para assistir e algumas pessoas têm de pegar os óculos, graças à sensação de desconforto.

Onde o 3D estará da aqui a 2 ou 3 anos? Será que a sua televisão 3D estará ao lado do gravador de HD-DVD? Não é a primeira vez que o 3D tem sido chamado de uma moda passageira e com a possibilidade do console Wii 2 com jogos em 3D poderiam ter um prazo curto de vendas ou o jogo em 3D será um grande e duradouro negócio?

Esta é minha opinião, as forças que estão no 3D, os levarão para todos através dos filmes e dos jogos, mas vão passar dentro de 2 ou 3 anos. Certamente não sou a única pessoa que acha o 3D uma piada?

PS3 3D e o Wii 2 com possíveis jogos 3D, eu não dou mais de 3 anos para esta mania. Você vendeu a evolução 3D?

LCD transparente da Samsung precisa apenas de luz ambiente para funcionar


A Samsung mostrou esta semana, na feira alemã CeBIT, uma nova versão da bela tela LCD transparente de 46 polegadas que usa uma quantidade absurdamente pequena de energia. Na verdade, o vidro high-tech precisa apenas receber a luz da sala para funcionar, e converte essa luz em energia elétrica usando painéis solares. Mesmo assim, ela consegue oferecer um resolução de 1920×1080 pixels e ainda serve de touchscreen com suporte a dez toques.
A tecnologia ainda não está completamente desenvolvida, mas poderia ser aplicada futuramente em um freezer, de acordo com um representante da Samsung. Só que eles querem criar painéis ainda maiores que 46 polegadas, então é possível que a Samsung lance TVs transparentes no futuro também. Características como o valor do consumo de energia, disponibilidade e preço não foram revelados.


"Para muitos aqui na GV que acreditavam que essa tecnologia estaria longe, na news "Um dia de Vidro" na visão da Corning, a fabricante de vidros Gorilla Glass, se enganam, porque já estamos no início dessa revolução faz um tempo.!"

quinta-feira, 10 de março de 2011

E se o petroleo acabar?


Para muita gente, a questão não é "e se", mas "e quando" o petróleo acabar. Por ser um combustível fóssil, resultado da decomposição de organismos, quando as reservas atuais acabarem será preciso esperar milhões de anos até se formarem poços novos. Mas cientistas não acreditam que o óleo vá se extinguir tão cedo. O que deve acontecer logo é o fim do estoque abundante, algo fundamental numa sociedade como a nossa.

Nos próximos anos, a produção tende a cair – projeções indicam queda de 3% ao ano. "Muitos geólogos dizem que 2005 é o último ano da bonança", escreveu Matt Savinar, especialista no tema.

Com a queda na produção, o preço do barril deve subir assustadoramente e nossa sociedade pode entrar no que o engenheiro petrolífero Richard Duncan chamou de "Idade da Pedra Pós-Industrial". Duncan acredita que vai ser impossível manter o nível de industrialização que temos hoje e que existe um risco real de voltarmos, progressivamente, a viver como homens dos tempos das cavernas.

Mesmo quem não aposta num cenário tão radical prevê um encolhimento das economias. "Quando passarmos desse ponto máximo na produção, nossa vida terá que ser reorganizada, numa escala muito menor. Não será possível, por exemplo, viajar de carro ou de avião com a freqüência que fazemos hoje", diz James Kunstler, autor de The Long Emergency ("A Longa Emergência", sem tradução no Brasil).

E o que virá depois? Para Osvaldo Saavedra, do Núcleo de Energias Alternativas da Universidade Federal do Maranhão, a tendência é que o petróleo seja substituído por um conjunto de fontes de energia, já que é impossível encontrar um substituto tão concentrado e fácil de transportar quanto o óleo. Cada região ou indústria usará a opção que melhor lhe convier: biomassa, energia nuclear, hidrogênio ou alternativas naturais como energia solar e eólica. "O problema é que criar novas estruturas de produção, armazenamento e distribuição para cada energia é um processo de décadas. E não é nada barato", diz o engenheiro e pesquisador da UFRJ, José Fantine. Não é à toa que muitos cientistas nos avisam para começar as mudanças já.

Plástico

A maioria dos objetos de nosso cotidiano usa plástico. Já há pesquisas com cana-de-açúcar e milho como matérias-primas substitutas, mas ainda não é possível fazer a troca. Outra medida será reaproveitar objetos. "Cientistas estão trabalhando em técnicas de reciclagem, permitindo que cada vez mais plástico seja produzido sem o uso de matéria-prima virgem", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico, Merheg Cachum.

Pomadas

"Em muitos produtos, podemos substituir óleos de origem mineral por materiais de origem vegetal. Mas ainda não existem substitutos à altura para pomadas", diz Marcos Antonio Correia, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP. As alternativas testadas, como manteigas de cacau e de karité, não são tão eficientes: ficam rançosas, não impedem a passagem de umidade para a pele e não são eficazes como condutoras de ingredientes ativos (como no caso de assaduras ou queimaduras).



Medicamentos

A medicina de hoje estará totalmente comprometida. Além de ser um ingrediente-chave para vários suprimentos de plástico usados em hospitais (cateteres, luvas, válvulas cardíacas e seringas), petróleo é a base de alguns dos remédios mais consumidos no mundo, como analgésicos (aspirina, por exemplo), antibióticos (muitos exigem solventes para extrair o agente antibiótico), sedativos e xaropes contra a tosse.



Comidas

Você deve quase tudo o que come às reservas do óleo. "O aumento da produção nos últimos anos não aconteceu por um aumento repentino da luz do Sol. Essa revolução não seria possível sem, por exemplo, os pesticidas (derivados de petróleo)", escreveu Dale Allen Pfeiffer no artigo Comendo Combustíveis Fósseis. Segundo os estudos de Pfeiffer, sem esses combustíveis seriam necessárias pelo menos 3 semanas de trabalho para produzir a dieta diária de um americano. Como isso é inviável, é provável que o fim do petróleo nos obrigue a mudar o cardápio. "As pessoas vão ser obrigadas a produzir sua comida perto de casa, em uma escala menor", diz James Kunstler.



Produtos sintéticos

Carpetes, cortinas, tintas acrílicas, compensados de madeira, sofás. Olhe para os ambientes da sua casa e repare quantas coisas são feitas a partir de produtos sintéticos, completamente dependentes de petróleo.



Fotos

Filmes fotográficos e películas de cinema também não sobreviveriam sem o óleo.



Você

Xampu, batom, esmalte e roupas (mesmo as de algodão, já que há petróleo nos produtos usados no tingimento). Tudo isso depende do óleo. Não é à toa que uma pessoa consome 22 barris de petróleo por ano. Isso dá mais de 9,5 litros por dia. 70% é gasto em transporte (no combustível do carro ou do ônibus), mas ainda sobra petróleo suficiente para quase tudo que você está usando enquanto lê a Super.

AMD e Suas armas secretas: A Nova Tecnologia IceqX De Refrigeração da ATi


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quarta-feira, 9 de março de 2011

O Mito dos Carros Elétricos

Eles são caros,escassos e nem ajudam tanto o ambiente.Em vez de encarar os elétricos como solução,por que não aprimoramos os carros que já temos?

A princípio,dá para dizer que os motores elétricos são eficientes.Eles têm boa potência.São silenciosos.Dispensam peças para dissipar gás de escapamento e calor(como o radiador que você tem no seu carro).E geram energia que pode ser aproveitada por outras partes do carro,como o sistema de freios.Mas também não podemos nos esquecer dos problemas que a eletricidade traz.Baterias são pesadas e caras.Células de combustível,que poderiam mover o carro a hidrogênio,ainda não são comercialmente viáveis.E os modelos híbridos,que juntam um motor elétrico com um motor de combustão(a gasolina ou álcool,por exemplo),são mais pesados,caros e complexos,justamente por combinar duas fontes de energia - o que acaba com a maioria dos ganhos de eficiência que o carro teria.

Ainda assim,os carros elétricos estão em destaque em países como EUA e Japão.Já começaram a surgir os modelos que podem rodar só com baterias,recarregados em tomadas,como o Nissan Leaf.Mas vale lembrar: com o Leaf,você só dirigiria por 117 quilômetros antes de a bateria acabar,segundo aferição da Agência de Proteção Ambiental dos EUA.E pagaria por ele 50% mais do que por um carro similar a gasolina.Daria para usar o Leaf como um carro para ir ao trabalho,ao parque próximo,para distâncias curtas.Mas pouca gente gostaria de ter um carro desse como o único veículo da família.

Mesmo que os elétricos se popularizem,precisamos de pelo menos uma década para alcançar um número suficiente para abastecer o mercado.Se as vendas de elétricos alcançarem 1 milhão de veículos por ano em 2020,como alguns prevêem,isso representará apenas entre 6% e 7% do mercado total.

Enquanto isso,os motores a gasolina e disel estão se aprimorando.Novas tecnologias têm aliviado o impacto causado pelo veículos - como a direção elétrica,que consome menos energia que a hidráulica.E sistema que permitem que o motor desligue sozinho enquanto o carro está parado.Isso tem reduzido a vantagem dos elétricos no quesito sustentabilidade.Carros como o Leaf podem ser mais eficientes na teoria,mas também desperdiçam energia,como no carregamento da bateria.Além disso,a maioria da eletricidade é gerada usando carvão,o que aumenta o impacto no ambiente.Quando(se) energia solar,eólica e nuclear se tornarem fontes mais populares de energia,talvez o prejuízo ambiental seja menor,mas esse é um futuro distante.

Se o foco está no aquecimento global,os carros elétricos oferecem poucas vantagens no curto prazo.A opção mais atraente pode ser não investir em carros elétricos,mas melhorar os motores de hoje.Principalmente para países como o Brasil.Os brasileiros contam com muita energia hidrelétrica,o que torna os elétricos uma opção realmente sustentável.Mas também tem biocombustíveis.O Brasil e outros países podem reduzir sua emissão de carbono sem recorrer a tecnologias exóticas.