sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Os 10 lançamentos tecnológicos mais esperados de 2011


A consolidação de formatos como smartphones, tablets e de consoles de jogos, faz com que as empresas preparem-se cada vez mais para desenvolver produtos para esses novos segmentos. E este ano promete ser a confirmação ou não de alguns produtos no mercado. Vamos conferir as novidades para 2011:

Apple – iPad 2

O nome ainda é extra-oficial, mas a segunda geração do iPad tem tudo para ser lançada no início de 2011. A tão criticada falta de câmera para videochamadas não será mais problema: a agência de notícias Reuters apurou que o dispositivo deve ganhar não apenas uma, mas duas câmeras (uma frontal e outra traseira), nos moldes do concorrente Galaxy Tab, da Samsung. O dispositivo deve ganhar, ainda, porta USB, tela Retina Display (com a mesma resolução do iPhone 4) e giroscópio de três eixos.

Apple – iPhone 5


Desde que o iPhone 4 foi lançado, em junho de 2010, correm boatos acerca do iPhone 5: o aparelho teria um novo formato, seria compatível com a tecnologia CDMA, teria o cartão SIM embutido. O site Cult of Mac diz que o novo smartphone poderia carregar todas as configurações e dados de um Mac e ser utilizado para transações financeiras. O lançamento está previsto para junho. Há o que se poupar até lá.

Nintendo 3DS

O Nintendo 3DS chegará ao mercado norte-americano em 27 de março, pelo preço de US$ 250. A Nintendo não confirmou a data de lançamento nem o preço final do aparelho no Brasil. O anúncio, feito no último dia 19, em Nova York, revelou a linha de jogos do aparelho que apresenta imagens em três dimensões sem a necessidade de óculos especiais.
No pacote virá um Nintendo 3DS, uma caneta especial retrátil, seis cartões para jogos de realidade aumentada que virão na memória e uma série de softwares de manipulação de imagens e de áudio para que os gamers possam brincar, além de cartão de memória SD de 2 GB e uma base que é conectada à tomada para recarregar o videogame. O aparelho terá dois modelos: o aqua blue, de cor azul, e o cosmo black, preto. O aparelho terá 40 jogos nas primeiras semanas de lançamento, dentre eles Super Street Fighter IV 3D Edition e o remake do clássico The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

Lenovo – Ebox


A empresa chinesa Lenovo terá um desafio nada fácil pela frente, encarar Microsoft, Sony e Nintendo no mercado de consoles de jogos. A empresa criou uma divisão específica para videogames e realizou duas rodadas de arrecadação de capital, com o objetivo de levantar “dezenas de milhões de dólares” para o investimento. O destino de tanto dinheiro e mão de obra é o console Ebox, que deve ser lançado na China já no primeiro trimestre do ano. O Ebox virá com uma câmera para montagem no topo do televisor que detectará os movimentos dos jogadores.

Sony – NGP

Sucessor do portátil PSP,o NGP foi desenvolvido sob cinco pilares: Interface de Usuário Revolucionária, Conectividade Social, Entretenimento Baseado em Locação, Convergir Real e Virtual e Compatibilidade com aPlayStation Suite (aplicativo para celulares que emula jogos clássicos do PSX).
O novo portátil não promete uma verdadeira revolução como o Nintendo 3DS, mas tem seus atrativos. Ele traz dois analógicos, tela touchscreen de OLED de 5 polegadas com resolução de 960×544 (4x a do PSP), 3G, Wi-Fi, Bluetooth, GPS, touchpad na parte traseira, sistema de movimento de seis eixos (o mesmo do PS Move) e câmeras frontal e traseira. O NGP ainda usa cartões SD de memória flash para os jogos.

Google – CR-48

Também conhecido como o PC do Google, o netbook CR-48 é uma máquina com tela de 12 polegadas, 3G, touchpad, Wi-Fi 802.11n, bateria com duração de 8 horas e webcam, sem drive óptico. Nada demais do ponto de vista do hardware, porque o objetivo do computador, na verdade, é levar aos usuários o sistema operacional Chrome OS. O software é projetado para rodar integrado à nuvem, de modo que os aplicativos são acessados na web ao invés de instalados no PC. O Google afirma que o modelo trará mais segurança para os usuários.

Motorola – Tablet com Honeycomb

O que chama atenção no tablet da Motorola não é seu hardware, mas seu sistema operacional: o Honeycomb, ou Android 3.0. Trata-se da primeira versão do sistema do Google desenvolvido especificamente para tablets, segmento dominado hoje pela Apple. O Honeycomb deve permitir mais customização por parte do usuário, segundo Andy Rubin, vice-presidente de engenharia do Google. Quanto ao tablet da Motorola, sabe-se que contará com processador dual core 3D, processador gráfico da NVIDIA e câmera frontal para videochamada.

Sony Ericsson – Z1 (PlayStation Phone)

Uma mistura de um smartphone com um PlayStation Portable (PSP), assim pode ser definido o Z1, provável nome do modelo. Uma aba deslizante revelaria os controles para games, semelhantes aos do PSP go, com direcionais, botões de ação e um touchpad. Internamente, os protótipos vazados do Z1 têm processador Qualcomm MSM8655 de 1 GHz, 512 MB de RAM e 1 GB de ROM. Com uma tela de aproximadamente 4 polegadas, o celular ainda teria câmera de 8 megapixels de resolução e flash de LED.

Intel – Processadores Sandy Bridge

Com o codinome de “Sandy Bridge”, os novos chips da Intel têm processo de fabricação de 32 nanômetros e, segundo a empresa, devem garantir um desempenho próximo ao que faz uma placa de vídeo dedicada. É a aposta da Intel para recuperar espaço entre fabricantes e consumidores em 2011, que atualmente preferem investir separadamente em placas aceleradoras gráficas, principalmente da Nvidia ou da grande concorrente AMD.

Nvidia – Kepler


O Kepler, com circuitos de 28 nanômetros, será de três a quatro vezes mais rápido que a geração Fermi. A empresa, que ganha cada vez mais espaço no segmento de processadores gráficos para dispositivos móveis, não tira o foco das GPUs para PC e já tem projeto até de uma linha sucessora ao Kepler, a Maxwell. Esta, entretanto, só deve ser lançada em 2013.

Mundo armazena 295 trilhões de megabytes em um ano


Excesso de informação é algo possível de medir? Dois pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia decidiram que sim, e calcularam a quantidade de dados armazenados pela humanidade apenas no ano de 2007: 295 trilhões de megabytes de dados.

Para se ter uma ideia deste volume, esses 295 trilhões de megabytes encheriam 404 bilhões de CDs, ou seja, 61 CDs para cada habitante do planeta; e colocá-los um em cima do outro criaria uma pilha de cerca de 475 milhões de quilômetros, o equivalente a 1,25 vezes a distância da Terra à Lua.

Esse valor também é 315 vezes maior que o número de grãos de areia existentes no planeta, e se cada unidade de informação fosse uma estrela, isso significaria que cada habitante da Terra teria uma galáxia de informação a seu dispor.

“Por um lado estes números são enormes, mas comparado ao que a mãe natureza faz somos humildes aprendizes”, afirmou ao iG Martin Hilbert, um dos autores do estudo. E completou: “As moléculas de DNA de um ser humano adulto armazenam 305 vezes mais informação do que todos os nossos sistemas de armazenagem de dados juntos”.

A pesquisa, publicada nesta quinta (10), no periódico especializado Science, também calculou números como a quantidade de informações transmitidas de forma unidirecional (em que a pessoa apenas recebe a informação, não envia ). Em 2007, o número foi de cerca de 2 quadrilhões de megabytes, o equivalente a cada habitante da Terra recebendo dados de 174 jornais por dia.

O início da era digital, conforme o estudo, foi em 2002. Foi neste ano em que os meios digitais superaram mundialmente os analógicos na armazenagem de informação. Em 2007, cerca de 94% de toda a memória do mundo está em formato digital.

Os pesquisadores também descobriram que os computadores de todo mundo calcularam 6,4 x 1018 (ou 6,4 quintilhões) unidades de informação por segundo em 2007, o equivalente ao número de impulsos nervosos em um único cérebro humano. Se esses cálculos fossem feitos à mão, demorariam 2.200 vezes o período desde o início do Universo, conhecido como Big Bang.

Números em crescimento, armazenamento também
O mais interessante, no entanto, talvez seja o fato de que o crescimento desses números se manteve estável ao longo do tempo segundo os pesquisadores. “Fizemos estas estimativas para as duas últimas décadas e estamos bastante seguros que a taxa média de crescimento são estáveis”, afirmou Hilbert.

Na análise, eles mostraram que a capacidade de armazenamento dobra a cada 3 anos e 4 meses. Ou seja: atualmente ela deve estar em 600 trilhões de megabytes. Um dado fundamental pois a capacidade dos computadores tem dobrado em um período menor, a cada 18 meses. “O lado bom, como mostramos, é que a capacidade computacional está crescendo mais rápido que nossa capacidade de armazenamento e transmissão. Isso me deixa bastante seguro de que encontraremos soluções para garantir que nossos amigos artificiais [os computadores] nos ajudem a lidar com a bagunça criada por eles”, comentou Hilbert.

Um exemplo da ajuda dada pelos computadores para resolver um problema criado por eles mesmos é o sistema de e-mail. “Há cinco anos sua caixa de e-mail estava lotada de SPAM. Hoje você é muito azarado se recebe mais que um punhado de SPAM por semana em sua caixa postal”, explicou Hilbert, se referindo aos filtros de lixo eletrônico que vários sistemas dispõem atualmente.

Mas será que é existe um limite para a quantidade de informações que os humanos conseguem processar? “É difícil enxergar um limite. Compare a quantidade de informações com que lidamos com a que nossos bisavós lidavam. Com sorte, eles liam cerca de 50 livros e mandavam uma centena de cartas durante toda uma vida. Atualmente uma criança de 6 anos já assistiu a dezenas de filmes, participou de video-conferências etc. O cérebro humanos […] é muito plástico e parece se adaptar bem [a estas situações]”, explicou Hilbert.

Neurofisiologia e Informática - parte 1 - O neurônio

Visão Geral do Sistema Nervoso


O sistema nervoso é formado principalmente por três divisões: central, periférico e autônomo. Nesse artigo vamos focar principalmente o central, que é formado por encéfalo e medula. Encéfalo é a porção que se encontra fechada dentro do crânio e tem como principal componente o cérebro. A medula faz a comunicação entre o encéfalo e o resto do corpo, saindo de dentro do crânio e passando por dentro da coluna vertebral do pescoço ao cóccix. Da medula partem os nervos que percorrem todo o corpo.

Neurônios


Neurônios são as principais células do sistema nervoso. Eles são formados por corpo celular, dendritos e axônios. O corpo celular é onde fica a maioria das organelas e onde se realizam a funções celulares gerais. Como as demais células animais os neurônios possuem Complexo de Golgi, Retículo Endoplasmático, Mitocôndrias e as demais organelas, todas desempenhando a sua função. Os dendritos são pequenos prolongamentos do corpo celular que possuem como função aumentar a superfície de contato do corpo celular. O axônio é maior prolongamento (pode ter desde milímetros a mais de um metro) e serve para conduzir o impulso nervoso do neurônio atual para o próximo neurônio.
Os neurônios, regra geral, não mantém continuidade, ou seja, eles não se tocam. O impulso nervoso passa de um neurônio ao outro “saltando” de um para o outro. Essa região entre neurônios chama-se sinapse. Para um neurônio passar o impulso para o outro ele emite neurotransmissores, que são substâncias lançadas de um neurônio na sinapse, que a partir daí chegam ao segundo neurônio, ativando-o e passando o impulso nervoso.


**Curiosidade: Os anestésicos locais bloqueiam a passagem de neurotransmissores dos neurônios periféricos para o cérebro. Assim o impulso nervoso que levaria o estímulo doloroso ao cérebro não consegue chegar até lá. Será falado mais sobre neurotransmissores ainda.**

Os neurônios possuem uma bomba de sódio e potássio altamente funcionante. Como o nome diz, ela bombeia sódio e potássio, sendo que o sódio (Na+) é bombeado de dentro do neurônio para fora, enquanto que o potássio (K+) é retirado de fora do neurônio e bombeado para dentro. Daí temos que a concentração de potássio dentro do neurônio é bem maior que a concentração de potássio fora do neurônio, e o inverso para o sódio, que está bem mais concentrado fora da célula. Como existem íons negativos em abundância dentro da célula, ela se torna negativa em relação ao meio externo a ela.

Analisando isso podemos concluir que existe uma grande quantidade de potássio dentro do neurônio, que por difusão, quer sair. Também existe uma grande quantidade de sódio fora do neurônio, que por difusão, quer entrar no neurônio. O que impede a saída e entrada livre de íons no neurônio é a membrana plasmática da célula, que por ser constituída principalmente de lipídio e proteína, funciona como isolante elétrico, impedindo a passagem de cargas (íons).

Os canais iônicos

Havendo um portão para o potássio, a tendência seria de escapar uma grade quantidade de potássio de dentro do neurônio porque existe uma grande quantidade de potássio dentro da célula, portanto o potássio vazaria como o ar vaza de uma bola furada, a menos que houvesse outro fator impedindo isso, que existe. Não podemos esquecer que o interior da célula é rico em íons negativos que não saem da célula, pois em sua maioria são proteínas carregadas negativamente e são grandes demais para passar pela membrana. Esse excesso de carga negativa (junto com o trabalho permanente da bomba de sódio e potássio) no interior da célula segura o potássio dentro da célula, fazendo com que os portões de potássio deixem vazar apenas uma pequena parte de potássio para fora.

Havendo um portão para o sódio, ele entraria em grande quantidade dentro do neurônio, seria uma verdadeira enxurrada de sódio. Primeiro porque o interior do neurônio é negativo e atrai cargas positivas (que como explicado anteriormente, não conseguem entrar por causa do isolamento elétrico da membrana). Segundo porque existe grande quantidade de sódio fora da célula, enquanto seu interior é pobre em sódio, dessa forma o sódio entraria dentro da célula da mesma forma que o ar do compressor entra num pneu de carro.

O portão do sódio é controlado por ligante, ele só se abre ao ser "ligado" por uma substância que se encaixe nele, que normalmente é um neurotransmissor (mais detalhes na parte 2). Mas o sódio possui a capacidade de se utilizar do portão do potássio para entrar na célula, mas apenas em pequenas quantidades.

A figura abaixo ilustra o exemplo de um canal iônico de potássio. Ao se fechar não há passagem de potássio, mas ao se abrir há passagem de potássio para fora do neurônio.

O neurônio em seu estado fundamental

O neurônio está em seu estado fundamental quando se encontra na forma nativa, sem interferências. Os canais iônicos (portões) de sódio estão FECHADOS, portanto o sódio continua a se acumular fora da célula, pois a quantidade de sódio que entra pelo canal de potássio é pequena. Lembrando que o sódio "quer" entrar na célula por dois motivos: há muito sódio fora e pouco dentro, e pelo excesso de cargas negativas dentro da célula, que atrai as cargas positivas (isso chama-se "gradiente eletroquímico").

Os canais iônicos de potássio estão ABERTOS, o que garante livre passagem do sódio de dentro do neurônio para fora, mas em pequenas quantidades, uma vez que a força elétrica de atração das proteínas negativas impede uma grande saída de potássio de dentro do neurônio. Esse potássio que sai é reposto pela bomba, que também trata de expulsar o sódio que entra pelo portão do potássio.

Dizemos então que o neurônio está polarizado, pois possui um pólo negativo, rico em cargas negativas, dentro e um pólo positivo, rico em cargas positivas (sódio principalmente) fora dele.




Esse é o fim da primeira parte, espero que tenham gostado. Como eu disse antes, a primeira parte é uma descrição do sistema nervoso e do neurônio. A próxima parte será uma narração, pois será explicado como eles funcionam, incluindo aí o papel dos neurotransmissores e do canal de sódio .

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Internet Explorer 9 Release Candidate: Baixe agora

Para Windows 7 e Windows Vista

Como prometido semanas atrás, a Microsoft disponibilizou hoje o Release Candidate (RC) do Internet Explorer 9 para as versões 32 e 64 bits do Windows Vista, Windows 7.

O RC, build 9.0.8080.16413, inclui algumas mudanças no visual e comportamento das abas, melhorias no desempenho e estabilidade, traz a Proteção contra Rastreamento, para que os usuários não tenham seus hábitos de navegação monitorados, a filtragem de ActiveX.

A versão final do Internet Explorer 9 deverá ser lançada durante o evento MIX 2011, que será realizado em março deste ano.

Algumas imagens do Internet Explorer 9 RC:













Download: Windows 7 X86:

http://download.microsoft.com/download/C/9/A/C9A53863-199C-4D82-84DD-C46C46C6FE50/IE9-Windows7-x86-ptb.exe

Download: Windows 7 X64:

http://download.microsoft.com/download/C/9/A/C9A53863-199C-4D82-84DD-C46C46C6FE50/IE9-Windows7-x64-ptb.exe

Download: Windows vista X86:

http://download.microsoft.com/download/C/9/A/C9A53863-199C-4D82-84DD-C46C46C6FE50/IE9-WindowsVista-x86-ptb.exe

Download: Windows vista X64:

http://download.microsoft.com/download/C/9/A/C9A53863-199C-4D82-84DD-C46C46C6FE50/IE9-WindowsVista-x64-ptb.exe

Windows 7 SP1 chega dia 22 de fevereiro

E dia 16 na MSDN/TechNet

A Microsoft confirmou recentemente para seus parceiros que a versão final do SP1 para o Windows 7 e Windows Server 2008 R2 será disponibilizada para o público no dia 22 de fevereiro.

Assinantes da MSDN e TechNet poderão obter a versão final do SP1 alguns dias antes, em 16 de fevereiro.

Para o Windows 7, o SP1 trará apenas correções de bugs, atualizações de segurança e pequenas melhorias. Já para o Windows Server 2008 R2, o SP1 trará novos recursos como o suporte para memória dinâmica no Hyper-V, o RemoteFX e mais.

Empresas que não quiserem instalar o SP1 logo após seu lançamento podem usar a ferramenta de bloqueio disponibilizada em novembro pela Microsoft.

Windows 7 SP1 será disponibilizado no
dia 22 de fevereiro para o público

Seu notebook mais velho já pode ter entrada USB 3.0

Novo produto transforma entrada ExpressCard em duas entradas USB 3.0.

Que tal deixar o seu notebook atual compatível com entradas USB 3.0? Essa é a proposta do mais novo produto apresentado pela RunCore. Trata-se do RunCore USB 3.0 Express SSD, um dispositivo que transforma a pouco utilizada entrada ExpressCard em duas portas USB 3.0.

Funcionando como uma espécie de cartão 2 em 1, o produto é ainda um disco SSD de 64 GB de capacidade. Isso significa a possibilidade de transferir arquivos em velocidades de até 100 MB/s. Além disso, você ganha um cartão com uma capacidade bem acima da média do que você encontra na maioria dos pendrives.

A empresa ainda não anunciou o preço nem a data de lançamento do produto, contudo sabe-se que ele será comercializado também no Brasil.
Discutir valores salariais é algo complicado para algumas empresas. Salvo as que valorizam os funcionários e pensam diretamente no bem estar dos mesmos, existem muitas organizações que tratam os empregados como um bem de consumo, algo que podem usar e pagar o quanto acreditam que seja justo.

Na área da tecnologia da informação muitas vezes essa prática não é diferente. Principalmente em empresas onde o foco não é a tecnologia, mas, necessitam de profissionais qualificados para administrar o setor; ambiente que hoje já passou de ser necessário para grande parte das empresas.

Recentemente, a consultoria de recutamento Catho efetuou uma pesquisa referente aos salários e benefícios da cadeia de profissionais do setor de TI.

Com a pesquisa, a equipe da Catho conclui que a média de salário de um profissional na área que possui mestrado, fica em torno de R$ 9.288,00 reais, equanto de outro profissional que não tem ou ainda não concluiu a graduação, cai para R$ 2.272,00 reais.

Vejamos agora os demais dados:


Espinafre com plástico transforma luz do Sol em hidrogênio

Material biossintético transforma luz do Sol em hidrogênio
A técnica se fundamenta na interação de proteínas de fotossíntese das plantas com polímeros sintéticos - uma espécie de plástico.

Material biossintético

Cientistas anunciaram a criação de um "sistema bio-híbrido de fotoconversão", um pomposo nome para uma mistura de compostos retirados do espinafre e plástico.

O fato é que a mistura inusitada se mostrou uma forma eficiente de captação da energia solar para produção de hidrogênio.

A técnica se fundamenta na interação de proteínas de fotossíntese da planta com os polímeros sintéticos - uma espécie de plástico.

Energia super limpa

A produção de hidrogênio diretamente da energia solar é considerada uma das formas mais limpas de energia, ao alimentar as células a combustível a hidrogênio, que produzem eletricidade e geram apenas água como subproduto.

A fotossíntese, o processo natural realizado pelas plantas, algas e algumas espécies de bactérias, converte a energia da luz do Sol em energia química, sustentando praticamente toda a vida na Terra.

Há tempos os cientistas vêm buscando formas de imitar esse processo, criando uma fotossíntese artificial que possa resolver definitivamente os problemas de energia da humanidade com um mínimo de poluição.

Membrana biossintética

Os cientistas do Laboratório Nacional Oak Ridge, nos Estados Unidos, deram um passo importante em direção a esses sistemas artificiais de conversão da luz solar.

Usando análise por espalhamento de nêutrons, eles demonstraram que as proteínas captadoras de luz do complexo II (LHC-II) podem se mesclar de forma autônoma com os polímeros para formar uma membrana biossintética e produzir hidrogênio.

Seria como uma célula solar, com a diferença de que, enquanto uma célula solar capta a luz do Sol e produz eletricidade, a nova membrana biossintética produz hidrogênio, um combustível limpo que hoje é produzido a partir de derivados do petróleo.

O hidrogênio pode ser usado de inúmeras formas, mas principalmente em automóveis e caminhões, substituindo os motores a combustão dos carros atuais e eventualmente dispensando as baterias necessárias aos carros elétricos.

Conversão luz solar-hidrogênio

O mais interessante na descoberta é que a mistura de proteínas e polímeros é capaz de se regenerar, reagindo ao desgaste e evitando a queda no desempenho da conversão luz solar-hidrogênio.

Quando as proteínas, retiradas diretamente do espinafre, foram adicionadas a uma solução contendo os polímeros, elas interagiram com eles para formar estruturas lamelares parecidas com as existentes nas membranas fotossintéticas naturais.

A estrutura tem uma enorme área superficial para coletar a luz. Combinada com um catalisador, como a platina, ela pode converter a luz do Sol em hidrogênio.

"Este é o primeiro exemplo de uma proteína alterando o comportamento de fase de um polímero sintético que encontramos na literatura. Esta descoberta poderá ser usada para a introdução de sistemas de autorreparo nos futuros sistemas de conversão solar," diz o Dr. Hugh O'Neill, coordenador da pesquisa.